Primeira mulher que programou computador era conservadora

Ada Augusta King, Condessa de Lovelace, foi uma matemática e escritora da língua inglesa, conservadora desde cedo, dona de uma reputação ilibada, foi a pimeira pessoa que escreveu um algoritmo para ser processado em uma máquina, sendo a máquina analítica de Charles Babbage, o trabalho que ela desenvolveu permitia que algoritmos pudessem ser calculados em máquinas, o que permitia que máquinas calculassem funções matemáticas.

“Na juventude, seus talentos matemáticos levaram-na a uma relação de trabalho e de amizade com o colega matemático britânico Charles Babbage e, em particular, o trabalho de Babbage sobre a Máquina Analítica. Entre 1842 e 1843, ela traduziu um artigo do engenheiro militar italiano Luigi Federico Menabrea sobre o motor e complementou com um conjunto de sua própria autoria, que ela chamou de Anotações. Essas notas contêm um algoritmo criado para ser processado por máquinas, o que muitos consideram ser o primeiro programa de computador. Ela também desenvolveu uma visão sobre a capacidade dos computadores de irem além do mero cálculo ou processamento de números, enquanto outros, incluindo o próprio Babbage focavam apenas nessas capacidades. Sua mentalidade da “ciência poética” a levou a fazer perguntas sobre a Máquina Analítica (como mostrado em suas notas) e a examinar como os indivíduos e a sociedade se relacionam com a tecnologia como uma ferramenta de colaboração”.

A filha do poeta Lord Byron, casou-se com William Lord King, que em 1938 foi nomeado Conde de Lovelace, além disso ficou mundialmente conhecida como a primeira programadora de computadores da história.

Com isso, observamos que uma mulher não precisa do movimento feminista para ser alguém na vida, quando se é competente consegue atingir objetivos traçados, logo essa história de que mulheres devem tudo para as feministas não passa de uma grande falácia, pois a primeira mulher que programou computadores buscou apoio de homens conservadores para alcançar seus objetivos, não foram feministas que influenciaram na computação, mas sim uma mulher conservadora que cuidava do lar além de estudar, ou seja para a tristeza dos movimentos progressistas a mãe do software era “bela, recatada e do lar”.

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