Depoimento de israelense que serviu ao exército de Israel

Reuven Kovner, nasceu em Israel, tem 24 anos, mora em Jerusalém, serviu ao exército de Israel por 4 anos, em seguida viajou pela América do Sul por oito meses, participou de um congresso internacional em Belo Horizonte, período em que teve contato com grupos conservadores do Brasil, também conheceu representantes do grupo “Garota Conservadora”, e a equipe do blog gravou vídeos e dialogou com o israelense sobre o conflito entre Israel e Palestina.

No depoimento Kovner falou que deseja que tanto israelenses quanto palestinos tenham uma qualidade de vida boa, disse que o maior impedimento para solução do  conflito na atualidade é o Hamas, grupo terrorista que controla a faixa de Gaza criado com a finalidade de aniquilar Israel. Esse terrorismo utilizado contra Israel  pela facção terrorista tem como principais prejudicados os palestinos.

Para compreender o depoimento dele, é necessário saber que terror, bombas, foguetes, mortes, túneis, escudo, ditadura teocrática, desrespeito, ideologias antissionistas, sistemas governamentais que não respeitam aos direitos dos cidadãos, atos de crueldade, violência física e psicológica são alguns dos termos empregados para definir e explicar o conceito de terrorismo que ocorre em Gaza.

Os inúmeros termos citados fazem parte do convívio das pessoas que moram naquela região, o Hamas continuamente ameaça os moradores de Gaza para não saírem de suas residências quando Israel anuncia que algum foguete será lançado. Dessa maneira, a população é usada como escudo humano, os palestinos que saem da residência para se proteger são considerados apoiadores do movimento sionista, além de sofrerem punições. Em contrapartida, os líderes terroristas se escondem em abrigos anti bombas, com a finalidade de estarem protegidos de qualquer ataque.

Verifica-se que no final do século XIX, a contenda entre as duas partes tende a acentuar, pois muitos árabes palestinos mataram judeus, devido a razões étnicas e algumas nacionalistas. Muitas turbas árabes assaltavam assentamentos e bairros judaicos, no período de 1920,1921,1929 e 1936-1939.

De acordo com o ex-combatente israelense até hoje existe uma forte purga na região, que provavelmente não esteja perto de acabar, apesar de ambos os lados perderem com a guerra; ele também relata que israelenses buscam paz, mas defendem o direito de legítima defesa.

Levando em consideração apontamentos realizados por ONGs internacionais constata-se que o grupo Hamas, que controla a região desde 2006, deseja destruir Israel e construir um Estado controlado pela Sharia, tendo como território toda a Palestina histórica. Enquanto o grupo terrorista tiver domínio sobre a região, não haverá acordo de paz, mesmo sendo os palestinos os mais prejudicados. No período de julho de 2014, o governo palestino rejeitou todos os três atos de cessar fogo, que foram propostos pelo Egito, pela Cruz Vermelha e pela ONU.

Com isso, observa-se que a existência do Estado de Israel é ameaçada publicamente pela facção terrorista, que propaga abertamente a destruição do Estado Judeu, ou mesmo de qualquer israelense. Em contrapartida, temos Israel que, se quisesse acabar com Gaza, já teria feito, haja vista ter militares mais preparados e treinados, material bélico melhor, sem considerar que, se Israel lançasse o mesmo número de foguetes utilizados pelo Hamas contra Israel, Gaza estaria destruída integralmente. Infelizmente, deve-se constatar pela lógica que, em uma guerra, sempre haverá a parte frágil militarmente, que será aquela em que há o maior número de mortos, e é impossível falar em guerra sem mortos, também deve ser relatado que nem sempre a parte perdedora é aquela que tem razão.

Israel não deseja a guerra, busca o fim da guerra haja vista que, sempre que o cessar fogo é proposto, o país se demonstra favorável a aceitar acordos de paz, enquanto o Hamas sempre põe embargos para qualquer solução, além de expor internacionalmente sua postura contrária a qualquer acordo. Como bem disse o Embaixador de Israel no Brasil, Rafael Eldad, ‘’O Hamas pede abertamente a destruição de Israel. Pede abertamente que se mate qualquer judeu, qualquer israelense. […] Se os palestinos abandonarem as armas, teremos paz. Mas, se Israel abandonar as armas, deixa de existir. Isso é elementar, mas ninguém vê, lamentavelmente.’’

Outro resultado constatado é que Israel não tem grande número de mortos porque utiliza um excelente recurso que intercepta mísseis antes de trazer destruição. Esse recurso, chamado Cúpula de Ferro, é um esquema aéreo de defesa desenvolvido por Israel, que, ao ser disparado no ar, impede que mísseis vindo de Gaza ataquem Israel, derrubando até 90% desses mísseis e podendo interceptar mais de quatrocentos, o que constitui: o método mais eficaz e completo para interceptá-los. Para tornar o depoimento mais claro, deve-se entender que primeiramente o radar detecta os foguetes, com o monitoramento da trajetória, e, em seguida, o percurso é enviado para uma estação BMC. Além disso, há um software que determinará a trajetória futura do foguete. E existem pessoas que observam o local que provavelmente será atingido. No caso de atingir algum lugar povoado, então o domo de ferro acende mísseis para interceptá-lo, impedindo, dessa maneira, mortes em Israel.
Observa-se também que o governo de Israel adotou a política de anunciar aos palestinos quando irá lançar foguetes e trata gratuitamente palestinos feridos em hospitais israelenses. Por meio dessas e de outras análises, chega-se ao resultado de que é uma grande falácia, baseada em fundamento inepto, dizer que há desproporcionalidade no conflito, somente aquele que não tem conhecimento sobre o sistema anti mísseis poderia falar em desproporcionalidade, pois o número de mortos em Israel não é grande, devido ao sistema anti mísseis, que não é utilizado em Gaza. Assim, enquanto o Hamas controlar aquela região, não haverá acordo de paz, pois o Hamas é uma organização terrorista.

O terrorismo vem se constituindo como o principal impedimento para a solução do conflito entre Israel e Palestina, isso porque o Hamas prega que a única maneira de solucionar o conflito é destruindo o Estado de Israel, por meio do Jihad, o terrorismo, do emprego de luta armada e do extremismo. Nos últimos anos, o grupo terrorista foi o responsável por mais de 80 ataques suicidas contra a população de Israel, o que acarretou mais de mil israelenses mortos e outros milhares que foram feridos. Segundo o Ministro da Embaixada de Israel no Brasil “o principal ponto para um cessar fogo duradouro que resulte em tranquilidade e segurança é a desmilitarização de Gaza’’, com o objetivo de retirar todas as armas ilegais de Gaza e formar uma força policial, assim como é empregado na Cisjordânia. Nessa perspectiva, entendemos que existe solução para o conflito, embora esteja distante, pois há vários fatores que impedem qualquer resolução, e somente o combate ao terrorismo poderá solucionar o problema.

Assim, reafirmamos que a paz seria a única solução viável para as partes, pois o conflito, na realidade, não é contra os palestinos, e sim contra a política do Hamas, e os palestinos, por estarem submetidos a essa organização terrorista, acabam sendo coagidos a adotar medidas que giram em torno do terrorismo, com a difusão da ideia de que, para aderir à causa palestina, as pessoas devem morrer, já que o governo local divulga na mídia e também no próprio estatuto do grupo. Para que seja confirmado o que foi dito, separamos um trecho do preâmbulo do Estatuto do Hamas:

“A permanente prontidão de estardes preparados para o sacrifício da vida de cada um e de todos vós pela causa de Alá.”

Com a leitura do trecho, fica explícito que o grupo realiza os ataques em prol do deus deles, e não por preocupação para os palestinos, pois o Hamas não se importa com a população local, haja vista os terroristas controlarem Gaza desde 2006 e, no lugar de melhorar a situação da população com o dinheiro distribuído por vários países desde aquela época, cavaram túneis para ter acesso a Israel, também compraram armas e foguetes como solução para combater o terrorismo. Com isso, retomamos a ideia de que deve haver desarmamento na região, com a retirada de todo o armamento ilegal escondido em escolas, hospitais e casas de pessoas inocentes que não querem o conflito.

Desse modo, concluímos que a maneira mais eficaz de promover paz é derrubando o grupo terrorista Hamas.

conservadores

OBS: Foto do israelense com representantes da equipe Garota Conservadora, Reuven é o rapaz que usa blusa social e que está em todas as fotos.

 

 

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